Blefaroplastia

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Blefaroplastia

É a cirurgia que permite o rejuvenescimento das pálpebras superiores e/ou inferiores por tratar a flacidez de pele , as bolsas de gordura, a musculatura e os ligamentos palpebrais , embora não modifique as rugas profundas da região peri-orbitária ( pés-de-galinha ) . Para essa situação específica são necessários outros procedimentos associados à cirurgia das pálpebras como “lifting” da face e/ou algum tipo de abrasão dessa região ( peeling químico , de cristal ou laser) e/ou aplicação de toxina botulínica, além do uso diário de cremes com substâncias ativas que estimulam a produção de colágeno e a hidratação cutânea.

A quantidade de pele a ser retirada não deverá exceder um limite adequado, para não causar retrações e comprometimento da função palpebral normal. Atualmente as técnicas cirúrgicas são mais conservadoras , principalmente em relação à retirada das bolsas de gordura. Opta-se mais por sua redistribuição e tratamento das estruturas de contenção que se afrouxam, evitando-se futuramente a senilidade precoce do aspecto orbitário , decorrente da retirada excessiva das mesmas.

Em pacientes mais idosos, o tratamento da flacidez das pálpebras superiores minimiza as sensações de cansaço visual e cefaléia de repetição, por melhorar o campo e a qualidade da visão. Nos casos de lacrimejamento constante e irritação ocular pode-se melhorar a tensão dos ligamentos que esticam as pálpebras inferiores, restabelecendo adequadamente a drenagem das lágrimas e a proteção da córnea.

Pacientes fumantes , obesos e/ou diabéticos têm risco aumentado de haver intercorrências cirúrgicas relativas às questões vasculares e cicatriciais. Entretanto estas condições não são contra-indicações absolutas à cirurgia.

O resultado definitivo será obtido com aproximadamente 3 meses de evolução pós-operatória ( após absorção do inchaço ).

Cicatrizes

Acompanham o sulco da pálpebra e/ou a margem da pálpebra inferior, tornando-se praticamente imperceptíveis com a evolução. É rara a ocorrência de cicatrizes hipertróficas ou hiperpigmentadas nessas áreas, sendo influenciadas pelas características genéticas individuais , fatores locais e cuidados pós-operatórios.

Anestesia - Internação

O anestesiologista definirá a mais adequada ao caso. Geralmente é a anestesia local com sedação ou a do tipo geral , dependendo da extensão do procedimento.

O período de internação pode ser de 6 à 24hs.

Pré-Operatório

Todos os exames clínicos e laboratoriais de rotina.

Avaliação oftalmológica é conveniente.

Avaliação clínica e anestesiológica.

Documentação fotográfica da área a ser operada.

Pós-Operatório

Uso de medicação antibiótica, antiinflamatória e analgésica.

Dolorimento local geralmente discreto.

Deambulação e banho imediato.

Equimoses em maior ou menor grau por 20 dias.

Não há restrição à leitura e TV, embora no início possa haver alguma dificuldade de acomodação visual ou fotossensibilidade devido ao inchaço.

O uso de computador poderá ocorrer após 3 dias, mas será desconfortável se for feito de maneira intensa para atividades de trabalho , devendo haver restrições por 07 dias ( uso de tela protetora é aconselhável por 30 dias, devido à radiação UV).

Restrições a tarefas do lar e dirigir por 10 dias.

Caminhadas a partir de 10 dias.

Ginástica em academia / hidroginástica após 30 dias.

Exposição solar geralmente após 3 meses.

Documentação fotográfica da região operada a partir do 8º mês.

Curativo - Retirada de Pontos

Curativo simples. Uso de fitas adesivas de "micropore" diretamente sobre as cicatrizes, trocadas apenas no 1° dia pós-op.

Retirada de pontos entre o 4º e 7º dia pós-op.

Após retirada completa dos pontos, iniciar massagens com cremes antiinflamatórios diretamente nas cicatrizes, durante 1 mês.

Dr. Roberto Sterza

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